O Ministério Público de Santa Catarina utiliza cookies para gerar informações estatísticas de visitação, aperfeiçoar a experiência do usuário e prestar os serviços online.
Respeitando seu direito à privacidade, em breve você poderá fazer a gestão dos cookies por ferramenta própria disponível no site.
Até a implementação da ferramenta, você poderá optar por impedir/modificar esse tratamento por meio das configurações do seu navegador.



O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) denunciou um homem pela morte da ex-companheira. A 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Videira quer que o réu vá a júri popular por homicídio com quatro qualificadoras - motivo torpe, meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio.

O crime aconteceu no dia 9 de agosto, na casa da vítima. Segundo consta nos autos, o réu teria atingido a ex-companheira com um objeto perfurocortante e desferido pelo menos 23 golpes contra ela, ceifando cruelmente a vida da mulher. Em seguida ele teria saído do local e ocultado a arma do crime.

O corpo foi encontrado pelo filho da vítima momentos após os acontecimentos. O menino de 11 anos está recebendo apoio psicológico.

Horas depois do crime, o acusado apresentou-se à Polícia com o advogado, foi interrogado mas acabou sendo liberado por não estar em flagrante delito. No dia seguinte, porém, ele foi preso preventivamente e permanece na Unidade Prisional Avançada de Videira.

"O laudo pericial indica um crime brutal, que merece uma punição severa, e o Ministério Público acredita que a Justiça aceitará a denúncia e levará esse criminoso ao Tribunal do Júri", diz o Promotor de Justiça Flávio Fonseca Hoff.

O nome do acusado não é divulgado porque a ação está em segredo de Justiça.